Deitado no teu colo suave, estava eu. Suavemente sentia o teu respirar sem interferir com o teu e o meu bem estar, disse vezes sem conta o quanto te amo, mas muitas mais não disse o quanto te amo, perdi no sabor do tempo a ilusão de te amar louca e eternamente, perdi…perdi…Mas com todos os contratempos aprendi a ser egoísta para mim, um egoísmo que considero saudável, não se trata de dar ou receber mas sim de estar, desta forma conjugo o verbo da seguinte forma, eu estou; tu estou; ele estou; nós estou; vós estou; eles estou. Estarei assim tão perdido em mim!? Respondendo na primeira pessoa – Claro que não estou!
Mas se não estou perdido em mim como posso estar em mim!? E então desta forma mudo a conjugação do verbo, eu estou em mim; tu estás em mim; nós estamos em mim; vós estais em mim; eles estão em mim. Quem quiser que acredite na minha saúde mental pois estou sano como a agua que sempre corre e volta ao mesmo leito a cada ciclo, claro que cada ciclo envolve insanidade e consequente sanidade, impureza e pureza, o bom e o menos bom, a noite e o dia, enfim, ciclos eternos sem fim nem começo mas renovações.
Mas se não estou perdido em mim como posso estar em mim!? E então desta forma mudo a conjugação do verbo, eu estou em mim; tu estás em mim; nós estamos em mim; vós estais em mim; eles estão em mim. Quem quiser que acredite na minha saúde mental pois estou sano como a agua que sempre corre e volta ao mesmo leito a cada ciclo, claro que cada ciclo envolve insanidade e consequente sanidade, impureza e pureza, o bom e o menos bom, a noite e o dia, enfim, ciclos eternos sem fim nem começo mas renovações.
CS
